A CONCORRÊNCIA NA ERA DA ECONOMIA DO COMPARTILHAMENTO: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS

Guilherme Mendes Resende

Resumo


A economia do compartilhamento pode ser definida como um modelo de negócio que
busca dissociar a utilização de determinado bem ou serviço da sua aquisição. Tal fenômeno
tem ganhado destaque nos últimos anos. Apesar de ser uma prática antiga, pois sempre foi
possível alugar ou emprestar bens de consumo, o modelo vem ganhando força devido à
introdução de plataformas tecnológicas que facilitam as interações entre os consumidores e
os ofertantes. Segundo SCHOR (2017), as atividades da economia do compartilhamento se
dividem basicamente em quatro categorias: (i) recirculação de bens (por exemplo, o eBay e
sites de trocas gratuitas), (ii) uso mais intensivo de bens duráveis e outros ativos (por
exemplo, Airbnb e Uber), (iii) troca de serviços (bancos de hora)3, e (iv) compartilhamento de
ativos ou espaços de modo a possibilitar a produção, em vez do consumo (por exemplo,
espaços de co-working ou escritórios comunitários).


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